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Esteatose Hepática 

Diagnóstico:

O diagnóstico da esteatose hepática, muitas vezes, é feito por meio de exames de imagem de rotina (principalmente ultrassom) ou exames de sangue (quando já existe aumento das enzimas do fígado por causa da inflamação). Surgindo a suspeita o paciente deve ser submetido a uma entrevista e exame físico completos. O ultrassom faz o dignóstico do acúmulo de gordura no fígado e a dosagem das enzimas hepáticas no sangue investiga a inflamação.

 

O padrão ouro para diagnóstico de esteatose hepática, esteatohepatite e fibrose hepática é a biopsia hepática. Mas na maioria das vezes não é necessária, ficando reservada para casos mais graves ou naqueles onde ainda há uma dúvida diagnóstica. É mandatória a exclusão de outras doenças hepáticas que podem causar também o acúmulo de gordura no fígado, como as hepatites virais.

Novos métodos não invasivos de avaliação de fibrose hepática já estão disponíveis, como a elastografia hepática transitória. Este exame permite predizer melhor a fibrose do que a inflamação e é mais utilizado para pacientes com hepatite C. Ele não funciona como método de diagnóstico da doença hepática propriamente dita e sim para avaliar se o paciente já apresenta graus avançados de fibrose no fígado (cirrose) sem a necessidade de se fazer uma biópsia.

Tratamento:

Não existe tratamento específico para a esteatose hepática. O tratamento baseia-se em uma alimentação saudável (evitando principalmente alimentos gordurosos), prática de atividades físicas e o tratamento das doenças associadas (como a obesidade, diabetes e dislipidemia). A perda de peso é comprovadamente a medida mais eficaz contra a esteatose hepática não alcoólica. Deve ser evitado também o consumo de bebidas alcoólicas.

A esteatose hepática é o acúmulo de gordura no fígado. Esse acúmulo de gordura pode levar a uma inflamação do fígado (esteatohepatite) e em casos mais raros evoluir até para cirrose hepática, com perda da função do fígado e maior risco de câncer.

Também conhecida como doença gordurosa hepática, esta entidade está se tornando cada vez mais frequente. A estimativa é que 30% da população apresente o problema e que até metade destes possam evoluir com formas mais graves da doença.

Causas:

As esteatoses hepáticas podem ser classificadas em alcoólicas (provocadas pelo consumo excessivo de álcool) e não alcoólicas.

São causas da doença hepática gordurosa não alcoólica: sobrepeso, obesidade, perda brusca de peso, sedentarismo, diabetes, dislipidemias (colesterol e triglicérides).

Sintomas:

A esteatose hepática é uma condição silenciosa e assintomática em seus estágios iniciais. Os sintomas surgem junto com as complicações, causadas pela inflamação do fígado e fibrose subsequente. Nas fases mais avançadas da doença, pode ocorrer a insuficiência hepática com ascite (água na barriga), encefalopatia hepática (confusão mental), hemorragia digestiva e icterícia ( pele e olhos amarelados).

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