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Doença do Refluxo Gastro Esofágico

- phmetria de 24 horas: é o exame padrão ouro para o diagnóstico da DRGE. Nele o ph do esôfago e medido durante 24 horas por meio de uma sonda. Assim comparamos se existe episódias de ph ácido (menor que 4) nos horários em que o paciente apresenta sintomas.

Obs: vale ressaltar que na maioria das vezes o diagnóstico da DRGE é clínico, quando os sinais e sintomas do pacientes são típicos. Uma endoscopia normal não descarta a DRGE. Utilizamos a phmetria 24hs apenas em casos de dúvida no diagnóstico.

 

Complicações:

  • Esofagite erosiva: inflamação do esôfago com pequenas feridas

  • Esôfago de Barret: inflamação mais intensa, que leva a modificação das células do esôfago. Pode evoluir para lesões pré malignas (com maior chance de se tornar um cancer de esôfago).

  • Estenose de esôfago : diminuição do calibre do esôfago, causada pela inflamação e fibrose (cicatriz) causada pelo refluxo.

 

Tratamento:

O tratamento clínico é o mais usado enquanto o cirúrgico fica reservado para casos específicos.

Clínico:

  • Mudanças no etilo de vida: evitar bebidas com caféína, bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos, condimentos, chocolate. Suspender o tabagismo, se for o caso, perda de peso. Evitar refeiões copiosas a noite, esperar de uma a duas horas para deitar após comer. Levantar a cabeceira da cama se necessário.

  • Medicações que diminuem a produção de ácido pelo estômago: omeprazol, pantoprazol, lanzoprazol, esomeprazol, ranitidina.

  • Medicações que ajudam a clarear o ácido do esôfago (pró cinéticos): bromoprida e domperidona.

  • Medicações que melhoram os sintomas de azia e queimação: anti ácidos (hidróxido de alumínio e magnésio).

Cirúgico:

 

Fundoplicatura (cirurgia que “aperta” a válvula que existe entre o esôfago e estômago, diminuendo assim o refluxo). Hoje em dia é feita por laparoscopia, o problema é que apresenta uma grande taxa de recidiva (muitos pacientes meses depois da cirurgia voltam a ter sintomas de DRGE e a precisarem de medicação). Bem indicada para pacientes jovens, que respondem bem a medicação mas não conseguem ficar sem ela. Serve como opção para pacientes refratários ao tratamento clínico, mas nem sempre com sucesso.

Definição: doença crônica caracterizada pelo retorno de parte do conteúdo do estômago para o esôfago. O refluxo gastro duodenal pode causar vários sintomas no esôfago e fora dele, e também inflamação da mucosa desse órgão, conhecida como esofagite.

O que é a esofagite?

 

Esofagite e a inflamação da mucosa (revestimento) do esôfago, sua principal causa é a doença do refluxo gastro esofágico. Ela pode ser leve, apenas com inflamação do órgão ou mais grave com feridas (erosões) associadas.

Sintomas: azia e queimação, regurgitação (retorno do alimento), sensação de “bola na garganta” e sintomas extra esofágicos como tosse e inflamação da garganta.

Causas: Entre o esôfago e o estômago existe o esfincter inferior do esôfago, que funciona como uma válvula que impede o ácido do estômago de voltar para o esôfago. Normalmente essa válvula só abre quando estamos nos alimentando. Nas pessoas com doença do refluxo, essa válvula pode ter uma pressão menor que a de costume e ficar um pouco aberta ou abrir fora da hora, permitindo que ocorra a volta do conteúdo do estômago para o esôfago de forma patológica.

Exames complementares para diagnóstico de DRGE:

- Endoscopia digestiva alta: é possível visualizar a mucosa do esôfago e avaliar a presença de inflamação (esofagite) causada pelo refluxo vindo do estômago.

- EED (rx de esôfago, estômago e duoedeno contrastados): não é muito útil no diagnóstico da DRGE, mas pode ajudar a avaliar alterações morfológicas (da forma) do esôfago que contribuem para o refluxo, como a hérnia do hiato esofágico.

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