© 2017 Dra. Maria Luiza todos os direitos reservados. Criado por Social Master.

  • White Facebook Icon
  • White Instagram Icon
  • Blogger - White Circle

Localização:

RuaRua Bandeira Paulista, 530, sala 43
04532-001 - Itaim Bibi, São Paulo - SP

 

11-3071-2977
11-95604-6875

Câncer de estômago

Quando os sintomas finalmente aparecem, são dor abdominal, queimação ou azia, náuseas, vômito, sensação de estômago sempre cheio, perda de peso e apetite, cansaço, sangramento digestivo.

A presença de massa palpável na parte superior do abdômen, nódulos no pescoço e umbigo e sangramento são sinais de doença avançada.

 

Diagnóstico:

 

Novamente o principal exame para o diagnóstico de câncer gástrico é a endoscopia digestiva alta, pois a mesma permite não apenas observar a lesão como também a coleta de material por biópsia para análise histopatológica.

Se diagnosticado precocemente, o câncer de estômago tem chance se ser curado por meio de procedimento endoscópico ou cirúrgico.

Tratamento:

 

Uma vez feito o diagnóstico, é preciso determinar o tamanho e localização do tumor e se o mesmo já se espalhou por outros órgãos (metástases).

O tratamento é sempre cirúrgico e, dependendo do estágio e localização da doença, pode ser necessário retirar parte do estômago ou ele inteiro além dos linfonodos que o rodeiam. Aplicações de radio e quimioterapia podem auxiliar de forma importante o tratamento.

Não existe recomendação para se fazer endoscopia digestiva alta de rotina para a população. Ela é recomendada em pessoas com mais de 45/50 anos com sintomas dispépticos (azia, dor de estômago, digestão lenta, empachamento, …) ou pacientes mais novos na presença de sinais de alarme ( perda de peso, sangramento e anemia).

O câncer de estômago acomete duas vezes mais os homens do que as mulheres e ocorre principalmente entre os 50 e 70 anos. Os tumores de estômago podem ser de três tipos diferentes. O mais comum é o adenocarcinoma, seguido dos linfomas e leiomiossarcoma.

Fatores de risco:

  • Predisposição genética, histórico familiar, idade mais avançada

  • Dieta baseada no consumo de alimentos embutidos, defumados, conservados em sal, com altas doses de substâncias cancerígenas.

  • Infecção por Helicobacter pylori, bactéria que se aloja no estômago e pode estar associada a gastrite e úlcera.

  • Lesões pré malignas e linfomas gástricos.

  • Pólipos gástricos adenomatosos maiores do que 2 cm

  • Gastrite atrófica

  • Fumo : o risco é duas vezes maior do que nos não fumantes

  • Consumo de bebidas alcoólicas.

Sintomas:

Nas fases iniciais, a doença pode ser assintomática ou apresentar sintomas semelhantes aos da gastrite.

Saiba Mais >