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Câncer colorretal

Em casos de parentes de primeiro grau com esse tumor maligno deve-se realizar a colonoscopia com 40 anos ou 10 anos antes da idade do diagnóstico do familiar.

O câncer colorretal é o terceiro mais frequente em homens e o segundo mais frequente em mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama. Aparece geralmente a partir da quinta década de vida.

Sintomas:

 

Como na maioria das neoplasias, não há sintomas nas fases iniciais da doença. Já nos estágios mais avançados pode ocorrer presença de sangue nas evacuações (vivo ou escuro), alterações no hábito intestinal (diarreia, constipação ou alternância dos dois), afilamento das fezes, sensação de esvaziamento incompleto e dor abdominal. O paciente também pode apresentar perda de peso e anemia (podendo ser o primeiro sinal da doença).

Tratamento:

 

É cirúrgico na maioria das vezes e possui uma grande chance de cura. Quimioterapia e radioterapia são grandes aliados no tratamento do câncer colorretal, principalmente se já houver metástases (massas tumorais em outros órgãos como fígado e pulmão).

O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso, ou seja, no cólon ou em sua porção final, o reto. O principal tipo é o adenocarcinoma de cólon. Em 90% dos casos esse tumor se origina de um pólipo adenomatoso que, ao longo dos anos, sofre mutações em suas células até que as mesmas se tornem células tumorais.

Vem daí a extrema importância de se realizar o exame de colonoscopia para rastreio e retirada desses pólipos mesmo quando não há sintoma. A indicação é de que a primeira colonoscopia de rastreio seja feita aos 50 anos se não houver história familiar positiva para câncer de cólon.

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